Demitiu-se ontem um dos mais próximos conselheiros de Paul Wolfowitz, o presidente do Banco Mundial que está a ser acusado de nepotismo, por ter aumentado o salário à sua namorada.
"Dado o actual ambiente em torno da liderança do Banco Mundial, é muito difícil continuar a fazer avançar de forma eficaz a missão da instituição. Por isso, decidi partir", disse Kevin Kellems, que já tinha trabalhado com Wolfowitz quando este era o número dois do Pentágono.
in Publico, 8/5/2007
Claro que a culpa foi do dito senhor, que era o "gestor de imagem" do Presidente !
E por cá ? No se pasa nada ?
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terça-feira, 8 de maio de 2007
terça-feira, 17 de abril de 2007
Deve demitir-se !
"New York Times exige demissão de Wolfowitz"
"É altura de (Paul) Wolfowitz partir", escreveu ontem em editorial o New York Times, a propósito das acusações de nepotismo feitas ao presidente do Banco Mundial (BM) e que já levaram os representantes dos países-membros da instituição a considerarem a situação "muito preocupante". "Deve demitir-se, porque fez da boa gestão dos assuntos públicos a sua prioridade e não respeitou as suas próprias regras", escreveu o influente jornal americano, enquanto o Wall Street Journal entendia tratar-se de uma mera manobra de políticos europeus. E agora o conselho de administração do BM vai reunir-se num dos próximos dias a fim de continuar a examinar a forma como ele, um judeu conservador, aumentou o salário da sua companheira muçulmana, Shaha Ali Riza, natural de Trípoli, filha de um líbio e de uma mulher sírio-saudita. Cidadã britânica, criada na Tunísia e na Arábia Saudita, Riza trabalha actualmente na Fundação para o Futuro, que tenta descortinar como será o futuro da humanidade."
(in Público, 17/04/2007)
Lá ... como cá !
Só uma pergunta : descortinou alguma coisa ... sobre o "futuro da humanidade" ?
"É altura de (Paul) Wolfowitz partir", escreveu ontem em editorial o New York Times, a propósito das acusações de nepotismo feitas ao presidente do Banco Mundial (BM) e que já levaram os representantes dos países-membros da instituição a considerarem a situação "muito preocupante". "Deve demitir-se, porque fez da boa gestão dos assuntos públicos a sua prioridade e não respeitou as suas próprias regras", escreveu o influente jornal americano, enquanto o Wall Street Journal entendia tratar-se de uma mera manobra de políticos europeus. E agora o conselho de administração do BM vai reunir-se num dos próximos dias a fim de continuar a examinar a forma como ele, um judeu conservador, aumentou o salário da sua companheira muçulmana, Shaha Ali Riza, natural de Trípoli, filha de um líbio e de uma mulher sírio-saudita. Cidadã britânica, criada na Tunísia e na Arábia Saudita, Riza trabalha actualmente na Fundação para o Futuro, que tenta descortinar como será o futuro da humanidade."
(in Público, 17/04/2007)
Lá ... como cá !
Só uma pergunta : descortinou alguma coisa ... sobre o "futuro da humanidade" ?
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